Eu te cantei numa Rosa de Pedra,
te imortalizando em um rochedo,
com fé e crença do que não tem medo,
sentindo-te do lado ninguém medra.

Mas uma rima que chega te empedra,
num coração que nunca fez segredo
onde tu moras desde muito cedo,
e tudo a ver contigo tem,saavedra.

Peco na rima mas sigo a viagem
na minha simples,singela homenagem,
a cigana que trago na lembrança,

nos acompanha por grotões e serra,
nômades que somos,hoje noutra terra,
no lume aceso de eterna esperança.

josé riomar de melo freitas
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