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Prisioneiro da solidão.

[Ilustração não carregada]

Nestes tempos de solidão
vou me perguntando por quê?
A resposta se cala dentro de mim
e sem autoridade, sem reflexo, sem paz
vou cobiçando a felicidade alheia.
Sombrios são os dias, turvas são as noites,
o cotidiano não mais me apraz.
Nem mesmo a musica que mais gosto
ascende em mim a luz da esperança.
O túnel vai se estreitando e a fobia me vai
esganando, e, tudo se transforma num pesadelo,
um sonho ruim, o qual eu sonho acordado.
O dia por vezes até que deixa alguma saudade
a noite só sequelas; “o tempo perdido pela
artimanha da insônia jamais será recuperado”.
Recorro ás lógicas baratas, não me incomodo mais,
a noite não me responde, então me aquieto e aceito
passivamente ser prisioneiro da solidão.
 

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Jose Aparecido Botacini
06/10/2011

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