Autobiografia, Poesias Poemas e Contos

Biografia

Eu sou Carlos Donizeti de Oliveira tenho 49 anos, casado com Malvina Soares de Oliveira, brasileiro e morador em Hortolândia, meu passatempo favorito é escrever Poesias, Poemas e Contos, em vários fóruns na WEB.
Faço isso porque gosto de ler e escrever, mas sinto que preciso aprender muito, pois a cada dia descubro coisas novas sobre como escrever bem. Sinto dificuldade para escrever quando não tenho pleno conhecimento do assunto, ou quando acho que o leitor não se beneficiara da leitura.O meu maior sonho era fazer um curso de nível superior, consegui, graças a Deus, Sistemas de informática na faculdade Hoyler.Não faz muito tempo que escrevo poesias aproximadamente uns quatro anos.
Acredito que tudo que se passou com os grandes Poetas e Escritores também se passa comigo.
Quando minha alma desabafa as palavras vão surgindo de repente.
Não tenho gosto musical, pois gosto de tudo que não ofende as pessoas.
Gosto de passear em lugares turísticos e se comunicar sobre artes literárias.
Gosto de comentar sobre vários assuntos, mas reservo sempre uma idéia contemporânea.
Para mim é motivo de satisfação quando posto um trabalho em um fórum.
Tenho também vários fóruns na Web, com vários poetas postando seus trabalhos.
Se alguém quiser se comunicar comigo mande um e-mail via http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=4303

Todos meus trabalhos serão traduzidos do português para o inglês, espanhol pelo tradutor do Google.Agradeço antecipadamente a todos os internautas por ler meus trabalhos na WEB, grande abraço.
Luto constantemente para dar pleno significado a minha existência.

Biography
I am Carlos Donizeti de Oliveira I have 49 years, married with Malvina Soares de Oliveira, Brazilian and inhabitant in Hortolândia, my favourite pastime I am to write Poetries, Poems and Stories, in several fóruns in the WEB. I make this because taste to read and to write, but I feel that necessary to learn very, therefore to each day I discover new things on as to write well. I feel difficulty to write when I do not have full knowledge of the subject, or when I find that the reader does not benefit itself of the reading. My bigger dream was to make a course of superior level, obtained, thanks to God, Systems of computer science in the Hoyler college. It does not make much time that I write poetries one four years approximately. I believe that everything that if also passed with the great Poets and Writers passes with me. When my soul relieves the words goes appearing suddenly. I do not have musical taste, therefore taste of that does not offend the people. Taste to take a walk in tourist places and if to communicate on literary arts. Taste to comment on some subjects, but I always reserve an idea contemporary. For me rank is satisfaction reason when a work in one fórum. I also have several fóruns in the Web, with some poets postando its works. If somebody to want to communicate itself with me orders an email via http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=4303
All my works will be translated of the Portuguese for the English, Spaniard for the translator of the Google. I anticipatedly thank all internautas for reading my works in the WEB, great I hug. I fight constantly to give full to meaning my existence.


Soy Carlos Donizeti de Oliveira I tengo 49 años, casados con Malvina Soares de Oliveira, brasilen@o y habitante en Hortolândia, mi pasatiempo del favorito que debo para escribir Poetries, poemas e historias, en varios fóruns en el WEB. Hago esto porque el gusto para leer y para escribir, pero yo siente eso necesario para aprender muy, por lo tanto a cada día descubro que las nuevas cosas encendido en cuanto a escriben bien. Siento dificultad para escribir cuando no tengo conocimiento completo del tema, o cuando encuentro que el lector no se beneficia de la lectura. Mi sueño más grande era hacer un curso del nivel superior, obtenido, los gracias al dios, sistemas de la informática en la universidad de Hoyler. No hace mucha hora que escriba los poetries uno a cuatro años aproximadamente. Creo que todo que si también está pasado con los grandes pasos de los poetas y de los escritores con mí. Cuando mi alma releva las palabras va a aparecer repentinamente. No tengo gusto musical, por lo tanto el gusto de ése no ofende a gente. Probar para tomar una caminata en lugares turísticos y si para comunicarse en artes literarios. Probar para comentar respecto a algunos temas, pero reservo siempre a contemporáneo de la idea. Para mí espeso está la razón de la satisfacción cuando un trabajo en un fórum. También tengo varios fóruns en el Web, con postando de algunos poetas sus trabajos. Si alguien desear comunicarse con mí órdenes un email via http://www.recantodasletras.com.br/autor.php?id=4303 Todos mis trabajos serán traducidos del portugués para el inglés, español para el traductor del Google. Anticipatedly agradezco todos los internautas por leer mis trabajos en el WEB, grandes yo abrazo. Lucho constantemente para dar por completo a significar mi existencia.

Poesias, Poemas e Contos

Eu acredito no amor

Sei que: Me darás as lagrimas mais puras
Aquelas que saem da alma e das profundezas do coração
Não sei, se quando chegar á hora irei suportar
Pois tudo que foi construído com muito amor terminar assim

Teu sangue igual ao meu, tua alma, minha vida tua continuação
Não sei se meus olhos segurarão tantas lagrimas
Meus lábios chocar-se-ão um no outro, em desespero e aflição
Tua dor será minha dor e sofreremos juntos

Sei também que o amor faz sofrer e não haverá ninguém
Que possa nos curar, pois, andaremos perdidos e sós, como no inicio
Quem hoje nos beija, friamente, e diz que nos ama traça seu destino
Só crescer, no mundo, na vida e depois friamente partir

Existiu alguém que andou com ELE, comeu com ELE
Beijou SUA face, e depois covardemente O traiu
Nós já estamos vendidos, e mesmo assim continuamos calados
Estamos acreditando que verdadeiro amor possa renascer

http://www.recantodasletras.com.br/autores/carlosdonizeti

Obra de teu Criador

Quando te vi numa imensidade de volume
Cheio de espumas, como desafiasse a tudo que existisse
Balançando, estás agarrado firmemente na terra
É colossal, poderoso e testemunha a realidade do teu criador

Sobrenatural, afundas cidades e grandes embarcações
Ninguém te conhece na profundidade, teus mistérios guardados
Obra grandiosa, tesouro das humanidades vindouras
Reservas de suprimentos para alimentarem das nações

Quando as de devolver os mistérios do destino do homem
Sei que vives seguro por uma corda e dela não podes passar
Teus limites são as margem, ribanceira e encostas
Repleto de gotinhas da água es temeroso e respeitado

Três homens desafiaram-te, flutuou sobre ti numa embarcação de madeira
O outro abriu passagem ao povo do hebreu, e fez-te engolir os cavaleiros de faraó
O ultimo com sandálias andou sobre ti como se pisasse num tapete de plumas
Convidando todos aqueles que Nele crescem , poderiam fazer o mesmo


http://www.paralerepensar.com.br/carlosdonizeti.htm


Mamãe rosto malhado (dedicatória)


Este rosto malhado, corado com a mais pura singeleza
Rosto de coragem para enfrentar a vida com rosas ou espinhos
Meigo, puro, modesto, de respeito e simplicidade
Cabelos grisalhos a fios de ouro, isso me veste de dignidade


Mamãe, mamãe, mamãe, mamãe
Quanto brilho, quão intensamente teu amor e dedicação
Flor dedicada do mais fino bálsamo
Rosto adornado das orquestras dos anjos celestiais


Mamãe, mamãe, mamãe, mamãe
Deixe-me tocar teu lindo rosto, como meus lábios
De mais pura gratidão, amor, e agradecer-te
Que neste teu dia de luz, nunca se apague jamais

Mamãe, mamãe, mamãe, mamãe
Nome que me escuta e atende
Quero alegrar-te com minha vida honesta
Sou tua raiz, semente, e teu fruto
Não temas mamãe, Jesus e todos os anjos
Te abençoará com as mais carinhosas bênçãos


http://fotolog.terra.com.br/o_profeta

O sopro da neblina

Nesta fina neblina que cai dançando
Umas lindas valsas, olho através da janela.
As flores que caem forrando o chão,
E pergunto: Pode haver lucidez na solidão?


Lá fora o frio, derrubando as flores,
Aqui dentro a solidão o martelo na bigorna.
Cantam, dançam e dão o tom,
Doutrinando o poder da rejeição.


São leves, poucos sentem, ou admitem,
o agüentar, não passa ou diminui,
As palavras engasgam e não saem.
Outrora diante de tanta gente,
Hoje ninguém finalmente.


Quando acabar a fina neblina,
recolherei as flores pisadas do chão,
O sopro da vida tão sofrida,
agora findará sozinha na estrada.


http://www.poemhunter.com/members/


O legados, os games


Agora são 02:16 madrugada de quarta-feira, 3 de maio de 2006 sinto-me saindo de uma terrível gripe. Daqui a quatro horas vestirei uma carcaça e estarei preparado para enfrentar o mundo, não o dos games, mas o da pura realidade.
Por descuido dormi com o rádio ligado e fui acordado por uma musíca dos anos 50, aproveitei a ocasião, sentei-me na beira cama e relembrei a minha juventude.
Num leve pensamento vago que mais fere que ajuda lembrei-me da calça boca de sino, o cabelo back-power e muita esperança envolvida numa adrenalina do passado.
Os bailes de finais de semana nos sábado o respeito aquele amor guardado vigiado como coisa de grande valor, que hoje não existe mais.
Quanto era importante uma verdadeira amizade, recheada de respeito, meus anos dourados meu passado que não volta mais.
As verdadeiras promessas de amor, onde foram compromissos sérios acabaram.
As vezes me pergunto que mundo construímos, ou o que deixaremos para os nossos descendentes, talvez o legado mundo de games.
Estou deslocado e olho para meus colegas e os vejo perdidos tentando no mundo dos games sua aceitação. Num paradóxico onde está bat mastersom, batmam, zorro, bonanza, adulterados, perdidos ou disfarçados no mundo dos games.


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Eu sou o artista


Eu pintei a minha vida
A força da cor negra, eu a destilei numa delicadíssima nata de noite
Para me dar o merecido descanso noturno
O vermelho que me seguia, esperei, pacientemente.
E os converti em lindos botões de rosas para enfeitar meus passos


O azul que eram as noites vazias, as recheei de as mais lindas estrelas
Num cordão para consolidar os meus passos numa linda serenata de luz
No mar de alegrias o azul esverdeou num oceano de esperança
afeição, palavras doces de muito amor

Acordei para a vida numa camada de luz, clara e nítida
Que me diz: Anda filho meu, sou contigo, e não te desamparo
Luz que ilumina meu coração, e não me abandona
Não me deixa só, abraça-me e me faz próspero


Lagrimas que escorriam o meu rosto, foram enxugadas,
Sou feliz, a dor não poderá me ferir mais,
Ingratidão, desprezo, abandono fugiram de minha presença
Pois eu, sou o artesão, que pinta a minha vida
Pois eu sou o autor, que traduz em luz o poder da criação.


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A avaliação

Minha única chance veio em forma de um passarinho.
No inicio não entendi o que acontecia. Era uma ave recém-nascida que foi abandonada no quintal do meu quarto.
Minha vida corria normal quando de repente vi aquele pequeno bichinho caminhando na pequena área aproximei, e ele não voou.
Estranhei o fato, pássaros voam, mas aquele não voava, pensei que estivesse doente.
Coloquei alguns grãos para que se alimentasse, esperando que dentro de alguns dias estivesse voando, não voou.
Ele passou alguns dias nesta, área e não voou. Certo dia abri a porta do meu quarto e ele entrou passou por baixo de minha mesa e se acomodou bem num cantinho ao lado da estante.
Deixei-o ali, pois tinha receio de machucá-lo com muitos toques de mãos, quando chegou a noite que sai do banho ainda o encontrei bem encolhidinho num cantinho da estante no quarto.
Logo imaginei vamos conviver com um passarinho em casa e solto.
Já não me incomodava o fato de ter um passarinho solto em casa.
Era o meu teste, simplificado e humilde em forma de um passarinho.
Podia ser um gatinho, um cachorrinho, mas era um passarinho.
Naquele mesmo dia ele entrou em casa e ficou bem quietinho num cantinho e ali mesmo morreu.
Terminava ali o meu simples teste em forma de um passarinho.

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Não estou só...


Não estou só...
Ou perdido na estrada
Sei que embora eu não veja ninguém
Ainda posso ouvir as vozes, e senti a alma


Não estou confuso...
Esquecido de sonhar
Existe uma luz, e não esta no fim do túnel
Ela está dentro de mim


Não estou desamparado...
Tem alguém que me ama
Embora o mundo seja cruel
Ele continua fiel...


Não estou esquecido...
Da vida, da esperança
Felicidade eterna
Ela renasce em mim, alimentado minha alma


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Morre um fracassado e
Nasce um vencedor

Não mais sou o mesmo
Joguei fora a pobreza junto com a miséria
Mal estar, com as doenças,
Ressentimentos, stress, dores
Não me alcançarão mais

Pularei de montanha as montanhas
Desmarcarei ordenanças da lua
As regras do sol, juntos as quatros estações
O mar recuará sobre minhas ordens

Verei com transparência o que é opaco
No negrume da noite, colocarei luz.
Os segredos oculto tornarão públicos
Os medos fugirão de minha presença


Sairão faíscas de minhas mãos
Porque serei o filho de meu Pai
Minhas palavras serão martelos
As pás a bigornas e os cutelos


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O retornar do passado

Quando retornei ao mundo encantado onde vivi grande parte de minha infância e adolescência, senti o renascer envolvido num clima de suspense e nostalgia.
Cheguei humilde como parti, desci logo na entrada do bairro para rever os velhos amigos. Ao andar naquele sagrado solo feito de cimento e pedra onde muitas vezes, caminhei descalço, e vestindo apenas com uma simples camiseta e um calção feito de saco de farinha. Assim passei ali minha infância na inocência da vida.
Procurei pelos velhos amigos, fui informado que alguns já haviam partido, não suportaram o calcar do tempo e o avançar da idade.
Não sei por que eu estava ali, talvez para curar as velhas feridas de um lugar que amei tanto, e tive que partir. Às vezes distante eu repassava atônito momentos e intantes, de onde cresci e passei minha querida infância e adolescência.
Estava ali pasmado diante de tanta gente estranha, e procurava entre as novas casas algumas coisas que justificasse minha presença ali, naquele lugar. Aos poucos vi ainda resistindo as estações velhas casas ruindo e fragmentando ao tempo, esperando minha volta.
Onde estão os pés de pêras, ameixas, amoras e bananas, foram pisados pelos grandes edifícios e soterrando minha infância querida.
Procurei onde era minha primeira morada, embora reformada senti ali o barulho de nós crianças e filhos.
Repassava ali cada capitulo de minha vida, já amarelada pelo tempo.
Lá em cima continua a lua e as estrelas testemunhando minha volta a um passado distante.

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Flores de minha vida


Flores de minha vida que
Vagam nas lindas flores
Machucam–me com perfume
Ferem-me com palavras


Flores de minha vida
Cantas poemas e poesias e
Dormes no relento
Ferindo-me com amor


Flores de minha vida
Águas afáveis e límpidas
Lava-me com aroma
E tranqüiliza-me com versos


Flores de minha vida
Beija-me minha boca
Acasala-te comigo
E não me deixes sem amor


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Coisa que quero bem

Vida minha, coisa encantada,
que residi neste meu sagrado corpo.
Músicas de vaga-lumes, farol, bússola ,
ar que suspira, sopro de coisas boas.

Cheia de artefatos para o bem.
Nas manhãs quando o sol irradia
suas pétalas de rosas, minha vida
irradia luz. Assegurando e mostrando,
a existência do poder supremo.


Vida regrada, limpa, polida com amor
cheia de ternura, no silêncio peço a paz.
Pés firme fincados na rocha eterna.
Alma conectada nutrindo o nana celestial
e dando sombra aos que anseiam pela tranqüilidade.

Já estou preparado, da morte não tenho medo.
Meu caminhar é limpo, estou estável neste portal santo
Quando terminar a jornada
receberei a coroa de vencedor, das mãos de nosso Senhor
por ter vivido em paz e com amor.

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Prisioneiros das ausências


A carroça é velha, puxada por dois cavalos magros,
a estrada é cheia de perigos e buracos.
Carrega a maioria velhos doentes e esquecidos,
indo sem uma direção, solvendo o vento, frio e relento.

Há gritos sem respostas, queixas sem consolos
ranger de dentes, aflição e desesperos.
Não á ecos, só umidades e corrimentos
camas frias, roupas encharcadas.

Os espelhos refletem a luz vazia
As janelas são fechadas, não a visitas, diz o confere
As panelas estão vazias, nem vigário ou ministro
andam no pisar dos estreitos.


O mofo, lodo, fetidez tem o passos
presos na cerne dos desejos da carne.
A estrada é larga e o caminho é curto
o fim não tem começo.


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Castelos de areia


Eu pensei que seria assim, a mesa farta, roupas novas e muita paz,
Uma casa linda, carro na garagem, dinheiro no banco
Muito apego, afeição, afeto,
Atenção, carinhos tudo só pra mim


Pensei que haveria um tapete vermelho
estendido para quando eu passasse.
E meus pés ali eu pisasse num encanto
Tudo transformasse numa clara toada de luz.


Pensei que cantarias uma linda canção pra mim,
nas noites eu seria coberto com calor de seus beijos.
No amanhecer quando a lua se recolhesse
E o sol nascesse flores cairiam aos meus pés.


Pensei que jamais escorreria neste meu lindo rosto
uma única lagrima, ou soluçasse de espera e dor
por simples palavras de carinho e amor.
Que as rugas, calvícies e varizes não me alcançariam
pensei, tanto pensei, que me enganei.


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Quando vierem


Quando eu mostrar o meu rosto,
Cansado, maltratado pelo tempo,
Mas que carrega aquela nobreza,
Envolvido num brilho de luz,

Quando virem minhas mãos,
Tarimbadas pelos serviços pesados,
e virem meus documentos
Dirão ele não serve, não é o
Homem que procuramos,

Quando conhecerem a minha vida,
Pacata, honesta, sem novidades,
Ou vierem no meu solo sagrado,
Meu lar, minha fé, minha família
Fruto das mãos Supremas.


Talvez observarão como me sinto,
Diante de tanto benefício, como sou amado,
Respeitado e vivendo assim,
Tendo ao meu lado minha sócia,
Alma gêmea que é tudo pra mim.


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Não vai ter jeito

Na casa tem duas portas,
Uma aberta outra fechada,
Uma palavra falada,
É uma flecha lançada,

Qualquer dilema é parábola,
Uma divida é servidão,
Quando se moem as canas,
Sobram os bagaços,

Nas águas correntes
Eu viajo nesta estrada,
Não tenho pousada,
Isso ainda é pouco,

As portas não têm as chaves,
Quem sovou a cana tirou o mel,
Devo não nego, pago quando puder,
Na caneta faço os versos,

Quando findar a estrada,
Não quero morrer errado,
Já plantei duas arvores,
Para armar minha rede.


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De que me deras!

Às vezes quando pego nesta caneta,
E ela em versos e prosas começa a chorar.
Parece no fundo uma afável harmonia,
Dizendo vem, vou te consolar.

Nestas amargas horas solitárias,
Procurando um paralelo entre o vazio e a dor,
Esperando que nasça só um pouquinho,
Neste vazio, margaridas, rosas e um tiquinho de amor.

Coração que sofre sem motivo nenhum e,
Lagrimas que descem o rosto.
É assim, quando não se tem ninguém para amar,
Vai o vento e eu continuo a chorar,

Vida compadece, tem pena de mim,
Procure alguém que tenha um coração cheio de amor,
Nestas horas solitárias, para dar-me beijos, calor.
Porque de que vale uma vida sem nunca ter,
Vivido um grande amor.


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Creio em Ti, Oh Deus, O Pai


Quando as águas quebram nas rochas,
E depois chegam mansinhas nas praias,
No alvorecer os pássaros procuram seus ninhos
Nas grandes arvores, eu procuro o calor da tua presença,
Creio em Ti, Oh Deus, o Pai,

Quando vem o borrão da noite, logo
De manhã uma fina e clara luz,
No calor do sol que queima, gentilmente
Faz desabrochar uma linda flor,
Creio em Ti, Oh Deus, o Pai


No meio dia quando as mortandades estão soltas,
Haverá sempre disponível um guardião,
Com uma espada afiada na mão
Para proteger minha vida e o meu coração
Creio em Ti, Oh Deus, o Pai

No tocar do clarim, posto as trombetas
Haverá corre corre no céu todos com seus instrumentos musicais entoando musicas e canções
Dizendo vem filho meu: “alegra meu coração”
Creio em Ti, Oh Deus, o Pai

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Adão no paraíso

Vivia eu, num jardim encantado,
cercado de rosas e belos jasmins.
Aonde as lindas borboletas vinham,
acariciar todas as lindas flores,

Os pássaros! Ah os pássaros,
Vinha em grandes revoadas
Acolher nos braços das luminosas
E protetoras mães arvores.

Quanta paz, quanta prosperidade,
Tanto amor escrito em sublimes versos,
alegrava minha grata e humilde alma.
Todas as tarde eu recebia a Visita
desejando-me tranqüilidade e um amor sem fim.

No cobertor das noites,
eu não tinha os medos.
Minha vida era sonhos e valsas,
a lua encantada de alegria
vinha brincar e bailar comigo.

Quando vinha o amanhecer
a esperança preenchia o meu coração.
Nenhuma gota de lagrima, sofrimento ou dor
Somente uma cantiga, poesias
e uma sinfonia de amor.


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Falta somente um passo ...

No silencio reina a imaginação
Sem sonoridade os ecos ecoam
E as luzes se apagam
As risadas são sombrias


Quando isso acontece
Toda a água se esvai
Secando e esterilizando


No reino a confusão
Estereótipos e esclerosados
Mentes vazias e sem repouso
Procuram à justificação


Eles são de mentes dilaceradas
Encontraram sem saber a obsessão
Acreditando que eram boas
Mas, é o retrato de toda solidão


O normal parece a loucura
Nas paredes são espelhos negros
A sala está vazia
As palavras são vagas
E não a quem as escute

http://www.forumgratis.com.br/forum/?mforum=carlosdonizeti


As Mãos e as bocas

Enquanto as pedras eram atiradas
no quieto fiquei.
As bocas acusavam,
no silencio permaneci.

Quando as mãos cansadas de atirar pedras,
esmoreceram e pararam.
Quando as bocas que acusavam,
Calaram-se.

Levantei minha voz e chorei,
como nunca tinha chorado antes.
Para desviar a ira o ódio,
segurar a língua.
E não levantar as mãos,
contra meu próximo.

Poesia autora: Malvina Soares (minha esposa).

http://www.poetasadvogados.com.br/novo/usuario/home.php


Senhora dona do amor

Como era doce o afagar de teus braços,
sua linda canção de ninar fazia-me dormir feliz.
Nas noites chuvosas eu estava seguro,
aquecido em teu corpo eu conhecia a afeição.

Não conhecia o medo, e a solidão,
a tristeza e dor, só carinho e amor.
Ali tu me preparavas para o mundo e afins,
e enchia meu coração de esperança e amor.

Satisfeito eu dormia sem nunca pensar, em tudo acabar,
na felicidade as horas correm, e os sonhos morrem.
Até que um dia você e foi, chorei, você não voltou,
e vivo constantemente a sua procura.

Mãe que ampara, alimenta e perde noites de sonos
cria os filhos os faz fortes e homens.
Sei que lá num cantinho do céu coberta de graça e luz
Serão enxugadas todas as lagrimas ao lado de Sr. Jesus.


http://www.takeforum.com/forum/?mforum=poesia


Tuas fragrâncias

Rosas tão delicadas,
Perfumes tão servis,
Meu coração debruça,
Em teus seios em pétalas, sentindo o
Aliviar em tuas fragrâncias,

Como pode evento tão
Formoso, soltar tantos bálsamos
E ter muitos espinhos,
Ferindo a quem desejar o bem...

Embriagado pelo seu manto,
De glamour, poder e beleza,
Prende-me aos teus encantos,
Apaziguando o meu coração,

Nesta canção de ninar,
Neste aroma de repousar,
Soltas tuas dormências,
E não me deixa partir.


Não preciso de mais nada

Tu que es a formosura, símbolo do carinho,
Cheirando a aquarela, bálsamo de amor,
embriagado nesta atmosfera de quero mais
tirar-te o sumo quando olhas para mim,


Cheiro de concupiscência, odor de carne crua,
Vem afaga, deleita em meus braços,
Boca feita para beijar, corpo feito para o deleite,
Coisa feita, néctar, brinquedo de homem atrevido,


Quero andar contigo, beijar-te publicamente,
Acochar –te na multidão, amolar, escandalizar,
Deixar mulher com inveja e homem com água na boca,
Ninguém sabe o acontece dentro de quatro paredes,


Quando entro em ti, meu objeto de cobiça,
Sei que muitos homens te querem, vivem a sonhar contigo,
Enquanto eles sonham, eu, possuidor do teu amor, teu corpo,
E dos teus encantos vivo feliz, enquanto eles padecem de cobiça,


Diariamente sou levado a exaustão, entre beijos,
e caricias não levo prejuízo, eu quero é mais.
Todos tem os seus defeitos os meus são três : Amar demais,
não ter medo do destino e não desprezar mulher,

http://www.recantodasletras.com.br/autores/carlosdonizeti


Dos filhos de Dodô


Dos filhos de Dodô
Eu, sou mais um,
Minha espada já fundiu em minha mão,
No repique eu não falho, e
Não levo cativos


Já entrei e já sai,
Tudo num instante aprendi
Preciso da fé e da espada
Que é sempre minha aliada,


Estou atento as ordens do Rei
Ninguém entra, ninguém sai
Vim para vencer,
E não vou perder

Meu sentimento é digno,
Minha espada é afiada,
Minha vida está entregue
A minha causa,
Meu futuro afiançado,


http://spaces.msn.com/members/carlosdonizeti49/

No começo

Depois de tamanhas andanças ,
perdidas, na busca de um sonho.
Uma coisa eu não sabia
só a lua me acompanhava
e tinha o sereno como cobertor.

Na juventude, mal entendia eu,
que o meu opositor era o tempo.
No inicio dava-me oportunidades
e aguardava friamente minha velhice.

Companheiro falso, amigo dos dias tenebrosos,
que esperou-me pacientemente.
Enquanto eu me iludia , cego
por uma vida de ilusão
tramava a minha solidão.

Amigo falso cobria-me de zelo ,
vaidade prepotência e hoje me desprezas ,obriga-me
a recomeçar novamente.

Pagar-te-ei vendo te passar
fazer e desfazer é tua sina .
Enquanto tú cumpre o teu destino que também será a
extinção.


http://www.delirica.com/

A imagem dos fatos

Uma cadeira vazia na sala,
Um copo quebrado no chão.
É apenas uma parte que mostra,
só o começo do retrato da solidão.

A cama desarrumada, a louça suja,
as janelas fechadas, a luzes apagadas.
Faz parte de um drama vivido,
De um tempo ainda não esquecido.

Na parede uma imagem,
transfigurada pelo tempo.
É o descaso de um amor rebelde,
que existe no mundo sem compreender.


No tempo, um passado remoto,
na vida uma história inacabada.
No sonho a miragem se esvai
e fica no chão um coração partido.


http://www.recantodasletras.com.br/autores/carlosdonizeti


TP Visões, só o começo...

Quando a boca seca,
o coração passa a vibrar e agitar.
Por uns instantes, formigamento,
homens de branco correndo, tudo vai acabar,
estão seguros na corda, com uma mão desajudar.

Calafrios ou ondas de calor, medo de morrer.
Parece que tudo vai acabar ou enlouquecer,
Os insetos multiplicam a mil,
É quando se acende o pavíl,
o que veio e o que pariu.


Passo a flutuar num mundo ausente
aterrorizo, de medo ou pavor violentos.
Transfiguração latente, tudo que me foi tirado
agora é que é mostrado todo o desconforto,
Onde foi minha vida, com que intento.


Existe uma luz no fim do túnel,
Bem fraquinha e preste a aniquilar.
Quem esta cego, é difícil de encontrar
No interior resta a escuridão,
correndo sempre atrás da falta de razão.


http://www.recantodasletras.com.br/autores/carlosdonizeti


Darei as ordens


Quando o mar se exaltar,
E o vento alastrar,
Pelas minhas ordens,
Deverão se calar,


E chegado o tempo,
Que nem o fogo e o sol,
Deixarão de obedecer-me,
Por um momento,


Darei as ordens,
Porque estarei revestido,
Farei a terra parar,
Porque nasci de novo e
Instrui-me a governar,


Do leão fecharei a boca
Da cobra pisarei na cabeça
Nunca estarei desamparado
Até chegue o ultimo dia


Este ano novo que começa
Pequenino ao abancar,
Só vai encerrar, quando
A minha vitória chegar.


Es amiga dos amores destruídos

Lua porque me espia pela janela
E não olha onde deve estar aquela
Que viveu em meus braços
E hoje não sei onde andas

Lua que assistiu compassivamente o meu destino
Quieta, serena te peço deixe este poeta aliviar
Vai a procura pelos becos e praças
Tu sabes e não me diz, qual é minha sina

Desocupa este sagrado céu
Descobre-te deste véu
Es pedaço de mau querer
Porque me deixa perecer

Desce de teus aposentos
Vai-te ao relento ao sol mar e vento
Traga-me quem foi embora
E deixou-me a viver só de ressentimentos


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Deixe-me ser assim...

Deixe-me eu meninar...

Quero a vida gozar...

Só quero viver assim...

E a vida não será ruim...

Quero ir devagar...

Não quero tempo...

Pra muito pensar...

Quero só amar...

Brincar, rolar de prazer...

Vai acontecer...

Tudo bem pode vir...

Vai ser bom...

Deixa-me viver assim..

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O Homem (situação)


O homem depois dos quarenta
Usa dentadura ou ponte
Não perde o tesão, mas
Toma remédio para controlar a pressão


Não aceita que precisa usar óculos
Fica vaidoso e erra na idade
Lembra da mocidade
E lamenta de saudade


Não gosta de receber muitos conselhos
Olha muito no espelho
Não se alimenta de carne dura
E não gosta de servidão


Gosta de dormir de noite
Fazer sexo de dia
Viver a vida do benefício
E não gosta de oficio


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No abstrato do poeta


No abstrato só vago,
Pela brecha a procura,
de um vão de luz,
Mas a porta está trancada,
Incidências ocorrerão,

Molestarei a mim mesmo,
Ofertar-me-ei como oblação,
No conselho serei condenado,
A viver sina dos poetas,

Resistindo o destino,
E não negando os fatos,
Com as mãos calejadas da caneta,
Vou escrevendo os poemas,

Se a inspiração vem elevo-me,
Senão, passo a deseja-la mais,
Ela é austera, mas não abandona,
E gosta de viver solta.

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Mulher amada


Quero,
Amar, embolar nos seus cabelos,
Viver, ter prazer, andar de mãos dadas com você
Quero renascer, aparecer, não perder o amor e sofrer
Completar-me só pra ti amar

Quero, querer ficar todo dia com você
De manha, durante o dia, e a noite
Ficar ao teu lado
Respirando a teu ar


Quero o encanto
Ti beijar, burilar, ascender de prazer
Mulher querida, a mim, só assim
Prazer sem fim

Deixe os outros olhar, invejar e praguejar
Eles não sabem o que é amar
Enquanto tudo isso acontece
Meu coração estará confortado
Vivendo ao teu lado


Sem legado


No passo sem ritmo,
Vaga sem destino,
A vida dos descabidos,
Sem eloqüência, e sem legado

Não há premiação,
Sem o ânimo,
Não há, estão sós
Clamam, e ninguém escuta

Estão no vão da porta,
Só invejam,
E não saem de lá,
Escalaram só até a meio,
E ficaram presos,

O tempo passa,
Mas a vitória,
Se chegar é mirrada,
Eles não querem pagar o preço,
Dor suor e sangue,

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Eu acredito no amor

Eu ainda acredito no amor
Eu ainda amo, sem conhecer o calor
Eu sei que sou o ultimo tolo
Que ainda espera com o fervor

Fico esperando alguém que sinta a mesma
Fascinação, alucinação e obstinação
Quando chega a noite, tudo novo
Eu saio na esperança de encontrar o amor


Onde estarás nas praças, ruas, ao relento
Nos pontos de ônibus, bares, na vida
Onde? Que eu clamo e não respondes
Aguardas no silencio vendo-me sofrer


Atende este tolo, salva está vida
Da desmoralização de não amado de verdade
Da vida a este homem louco
Não quero morrer no desgosto
Reviva este insano, não quero morrer no deslembrar
De nunca ter vivido uma estória de amor

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Lá no grotão


Lá no grotão, bem lá embaixo,
Perto do bambuzal, ao lado do pé de Romã
Onde nasceu nosso amor
E fizemos no tronco daquela arvore um coração


Escrevi o meu nome e o seu dentro de um coração
Para ficar na lembrança daqueles momentos
Que nunca poderiam ser esquecidos
Quantas juras, promessas de amor, tudo em vão


Ali terminava minha adolescência,
Porém, a arvore ainda está lá
O coraçao do mesmo modo
Você nos braços de outro
E, eu a procura de alguém

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Trata-se de um apnhado de Poesias ,Poemas e Contos agrupados

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