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poligamia


Não posso em mim te amarrar
Pois o amor deve ser livre e à vontade
Escolhendo entre perder, te aceitar
Se a outro recorremos em liberdade
 
Reciproca é a nossa confiança
O amor contra a infidelidade e a hipocrisia
Dos mortais é a natural mudança
Querer o que não se tem, poligamia
 
Como se consagra pela vida inteira,
Dois caminhos dos quais não temos a visão?
Não aceitaremos o matrimônio, como que de maneira,
Por direito laico, vive-se outra religião.
 
O que vale persiste, sincera chama
Tão grande é que se transborda
Quando se volta a dois se Inflama
A mais que o ciúme, quando se concorda
 
O livre poder muda a cultura e os ares
Que de mãos dadas desbravamos,
Se até os chifres crescem aos pares,
No par, casados continuamos.
 

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Guilherme dos Anjos Nascimento
11/08/2020

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