Essa Quase Justiça

Meus atos quase me matam
Mas erro outra vez e corro
Os justos quase me pegam
Mas fujo por cima do morro!

O mundo quase me aperta
As algemas quase me cortam
Mas estou em constante alerta
Quando o laço dos justos sufocam

O gosto do medo é amargo
Feito lima descendo a garganta
Eu suplico por um quase embargo
Pois a força dos justos espanta!

As cordas me envolvem o pescoço
E a justiça dos justos degolam
Estou atado no quase sufoco
E no pranto dos que me reprovam

O sangue escorre entre os dedos
E meu corpo eu quase nem sinto
Agora me fecho em segundos
Neste triste e insólito labirinto!