Menos que nada


Eu nunca notei pelas manchas de sangue, pelo caminho que tracei
Dor e solidão se espalhando na noite feito um câncer
Certamente, eu...

As garras do sofrimento rasgam-me no peito
E recusam-se a libertar sua posses
Sem querer encarar
Meu coração de qualquer maneira como antes
Preso entre a culpa e a insinceridade
Estaria morto para matar o barulho do vazio em minha cabeça
Palavras ditas apenas me deixa sozinho
Eu deveria ter conhecimento de tudo isso
Agora, cabisbaixo, deixo uma nota em minha cabeceira:

"Eu não pertenço a este lugar
Se tudo isto é o que meu espírito pode dar
Espero o renascimento de algum sentido
Pois não há razão alguma em viver ou crer em lutar"