Atenção

Os comentários aqui registrados não representam a opinião da equipe do Site de Poesias, nem mesmo recebem o seu aval. A responsabilidade pelo conteúdo dos comentários é inteiramente do autor dos mesmos. Ao poeta é reservado o direito de remover os comentários de seus poemas, quando achar por bem fazê-lo.

Gostaria de deixar seu comentário?

Diego de Andrade

Diego de Andrade

De fato, você é um poeta de escol. Atentando a todos os detalhes de sua poesia, de seu poema, existe um conjunto harmonioso entre a imagem colocada no texto e o conteúdo. Um soneto muito bem elaborado, palavras não à toa, muito bem orquestradas e como em um comentário anterior ao meu, você soube manusear o instrumento nobre e delicado da metáfora contextualizada, sem jamais se perder, com um conteúdo de extrema raridade e inteligência, tendo um começo e fim coerentes, uma crítica sutil com o subjetivismo do que é possível fazer nestes tempos tão apressados e que só há máquinas, além de um criativo começo com as luzes vagas ou o inseto vaga-lumes, no que achei um bonito trocadilho, embora você pudesse estar se referindo exclusivamente ao inseto, como depois você fala acerca. De qualquer forma, uma extraordinária poesia, meus sinceros parabéns!

BRUNO

BRUNO

Imagem magnífica poeta!
Algo de rude e primevo enleado ao moderno e contemporâneo...
A caneta, a tocha erguida, e o fogo da poesia que brilha brevemente.

Parabéns pela metáfora muito bem elaborada.