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Cristiano Santos

Não há muito o que falar. Sou de São Paulo e escrevo. Não sei se bem, não sei pra quê, talvez por sentir que a memória se estabelece através da humanidade das palavras. Considero a experiência de viver a coisa mais absurda que o Universo já criou, ainda mais de maneira tão insólita, descompensada, renegada em consciências "individuais", num embate sempiterno pela continuidade. Espero conhecer alguns que fazem da arte a única consagração para a vacuidade imanente da vida.

  • "Pela pobre missão dos abnegados, nada é maior que a nossa pequenez no Nada forte da vida, na força vã de subjugar as catacumbas do corpo cavernoso cerebral."

Poesias de Cristiano Santos

Título Data Com. Vis.
Gostaria 11/10/2005 1 97
MÍMESE 11/10/2005 1 94
RÉQUIEM AO NIRVANA 11/10/2005 1 86
ANACRONISMO 11/10/2005 0 103
Inspiração e a pele da língua. 14/04/2005 1 186