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Martha Guimarães

Fechei meus olhos e vi
Dentro dos meus sonhos
Todos os muitos sonhos
E o que eu quis para mim.
Coisas tão banais,
Todas tão irracionais
Minhas dependências
Meus vícios
O que eu julgava importante.
E como uma tortura
Eu vejo que nada realmente importou
Nada mudou
Tudo mudou
E com o passar do tempo
Eu sou
O que eu sempre julguei errado
Porque eu nunca quis estar do outro lado
E sentir o que era ser um outro alguém
Diferente do que se é por dentro...
Eu me sinto tão hipócrita
Odiando tudo o que eu conseqüentemente me tornei
Todos os erros e as supostas qualidades
Eu confesso que não sou melhor
Nem pior
Do que todos os meus maus exemplos
Eu confesso que não posso julgar
Faz parte dos meus pensamentos
Banalizar
O que chamam de sentimento
E mudar
A cada momento
O meu jeito de pensar...

Poesias de Martha Guimarães

Título Data Com. Vis.
Quebra-Cabeças 08/06/2008 1 117
Traços 08/06/2008 0 123
Salvar-me 08/06/2008 0 312
Versos Incertos 08/06/2008 0 235