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Cláudia/J.C.

Antes de tudo na minha biografia tem que começar com o meu amor a Deus e não temor, por isto meu nome "artístico" é Cláudia/J.C., pois sem Ele eu nada faria. Comecei a escrever "por acaso" quando tinha 13 anos e a poesia vinha naturalmente e depois de pronta, na cabeça , é que passava para o papel. Sempre amei ler e sentir o que estava expresso no texto ou de forma subliminar. Mas, como sou exigente comigo mesma, nunca pensei que era uma escritora e sim uma ensaista. Fiz nos anos 80 o curso de Comunicação Social - Relações Públicas e nos anos 90 História (que amo...). Leciono em escolas públicas do Estado de MG e vejo o magistério como uma missão, assim como dos médicos, que o objetivo é salvar, direcionar, conscientizar vidas. Escrevo também textos, que como leiga em literatura, não sei se são contos, crônicas ou causos, mineiramente falando. Tenho a vontade de receber críticas sobre o meu trabalho, pois amo escrever e vejo histórias e poesia em tudo na vida e o que acontece na vida. Acredito que ficção nada mais é do que um prisma da vida, pois a nossa base ao escrever é a vida real (mesmo que seja dos sonhos que temos na vida). Deus como é Maravilhoso vem me brindando com outras capacidades, como pintar quadros (e olha que mal desenhava aquelas casinhas infantis..), desenhar, cantar...
Sou uma pessoa muito ligada ao tentar melhorar o mundo, partindo da nossa própria casa, rua, bairro, locais de trabalho, enfim... e engajada em questões ambientais, como poluição do ar.
Tenho 47 anos bem vividos, não importa se os momentos foram ruins, pois creio que , como diz o apóstolo Paulo, " em tudo devemos dar graças" e o que chamamos de momentos ruins são edificadores, se soubermos ver com outros olhos. Amo a alegria, a tranquilidade das coisas simples como o jeito de viver do interior e digo que, apesar de ser mineira da gema, a minha alma é do interior das Gerais....
Filha de ferroviário e mãe que viveu por muito tempo com o adjetivo da época de "do lar" também sou apegada a trens, estradas, paisagens e coisas simples do dia a dia.
Tenho dois filhos (ainda crianças...foi uma maneira que encontrei de parecer jovem, ter filhos ainda pequenos, mas isto é piada desta pretensiosa mineira querendo ser escritora) que são presentes de Deus e ambos têm a veia artística, escrevem, desenham, pintam o 7 e mais do que o 7, cantam e são suaves com a brisa e isto não é coisa de mãe coruja.
Sonhos tenho e um deles é tornar-me escritora, aperfeiçoar e divulgar idéias, fatos, pois creio que escrever é uma forma de ajudar o próximo, quando se identificam com os textos escritos e aí dão um sorriso, uma lágrima cai, vem uma saudade, lembranças e o melhor não se sentem incompreendidos ou sozinhos... É isto, se Deus concedeu-me este dom é para repartir.