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CONTRA-SENSO

Nartal de ilusão, de tristeza / De adeus, de sonho desfeito,/ De intolerância, de incerteza / De mágoas dentro do peito.

Natal de abraços, de alegria / De esperança, carinho e paz / De presentes, beijos, harmonia / De perdão do que ficou atrás.

Natal de crianças chorando, / De idosos isolados num abrigo /De òrfãos que estão esperando, / Seus mortos que estão no jazigo.

Natal, onde Cristo irá iluminar / Com amor, paz, perseverança,/ A todos que venham a acreditar / Que ele virá com nova Aliança.

 

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Num momento de reflexão, acreditando que chegará o dia, em que ricos e pobres darão as mãos e os ricos continuarão ricos e os pobres menos pobres. Na estrada Natal-RN/ João Pessoa-PB

Haroldo Guilherme Josuá de Medeiros
18/09/2013

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