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Nossa amizade

Um brilho saltou das lágrimas da distância
Sorridente se acendeu na inquieta janela
Que se abre a cada amanhecer do dia
Desde o dia em que te conheci.

Os sonhos que flamejaram noites escuras
Hoje vivem e sobrevivem a beleza
Do encanto da nossa bela amizade.
A amizade que soou do clarim divino
Tocou nossos ouvidos de um doce acalentar.

Bela és tu, princesa de realeza rara
A realeza de um sentimento eterno
Aquele que correu e recriou os campos
Celestes da lealdade e do amor supremo

Ninguem cegou os olhos da nossa amizade.
Pois a rosa que nasceu jamais morrerá
E os passáros que um diam cantaram
O soneto do amor cristalino
Ainda vivem e cantam a felicidade

Queimaram-se as vestes da escuridão
Nas cinzas em que todos os dias
A maravilha da nossa amizade renasce.

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Thiago Rodrigues dos Santos
20/01/2006