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Minha Janela

[Ilustração não carregada]

Abro minha janela
vejo o caminho do sul
O sol quando passa,
planta sombras dos
meus sonhos nus...

Em dias de chuva,
as gotas desenham,
meus desejos fracos,
ondas vagas, intensas,
mescladas de cores!

Minha janela do sul
pela manhã traz o
vento contando mil
vantagens e viagens...
nos beijos tão seus...

Às vezes fecho minha
janela, nos dias tristes,
nublados de saudade,
pois meu coração já
não corre em busca do teu...

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Muitas poesias nascem sem que possamos impedir...
O poeta muitas vezes não tem conhecimento
dos amores, dos sonhos que céleres cruzam na noite,
na mente, no semblante ... Ele apenas sente e transcreve em letras
as dores, as cores do amor que vem pelo ar das estações, dos vulcões e das tempestades que explodem no coração... Porto Alegre 11/01/06

Abel G. Saint'ell
14/01/2006