Site de Poesias

Menu

FILIGRANAS

 
FILIGRANAS
 
Por não ser preciso deixei de ser necessário,
Mas quando fui preciso todos de mim se afastaram.
Nada mais entediante que o detalhe do detalhe,
O dizer de outro modo, à luz de um dicionário.
A explicação, a repetição, o pé de página, a filigrana,
O saber em excesso quando explicitado nada vale.

Todo excesso é burro, pro lixo o que me ensinaram. 

Compartilhar

Em Natal, numa tarde quente de maio. Talvez Nair identifique o personagem.

Jota Garcia
07/05/2013

  • 1 comentário
  • 120 visualizações neste mês
  • © Todos os direitos reservados