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Sou.

[Ilustração não carregada]

Se a noite não fosse tão fria, e a vida tão vazia

se eu tivesse coragem de sonhar, como um mero pescador

que  estende no mar suas redes para pescar os segredos escondidos no fundo do mar.

Sou pescador de ilusão, sou inventor da solidão...

Sou o canto da sereia, um ínfimo grão de areia, esquecido na imensidão.

Sou o canto do vento que rouba a paz do silêncio, do amanhacer da solidão;

Sou a praia nua que se insinua para a lua, e a convido para amar.

Sou a letra sem melodia, porque me falta a alegria, que você levou de mim...

Cristiane Coradi.

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Ando sem inspiração, então resolvi postar uma poesia das mais antigas, acho que vai ser bom
fazer uma releitura.

cris coradi
11/02/2013

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