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Como então?


Como esquecê-lo

Com tamanha dor no peito

Sem substituí-lo

Por qualquer sujeito?

Pois só se esquece o amor antigo

Se amar outro ungido

 

Como lançar mão do sentimento que reclama

Que involuntariamente ascende a chama

Por quem, mesmo evitando, se ama?

 

Como fazer disso passado

Se o retrato esta gravado

No armário imaginário,

O órgão central extraordinário?

 

E quanto mais o tempo passa, piora

Pois a vontade de amar, implora

À esperança que lentamente morre

Que ao se forçar viver, se sofre

Teimoso de mais, um porre!

 

ASM


5/7/2012

 

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Aline Morena
11/12/2012

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