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JANELA BAIXINHA

De onde eu cheiro a brisa da madrugada sem o veneno do bar

E encanto os sonhos sem a droga do teu amor

Por uma janela baixinha

Vendo a loucura do dia apagando a imagem do ator

Desvendando a nostalgia da noite e suas janelas na escuridão

Minha solidão esgotou os ingressos no cinema

A maré encheu com a sua palavra recheada de sereno

Sentei quieto olhando a noite chegando 

Minha janela baixinha

Pronta pra alguém saltar

E entrar 

Pra fazer dessa noite uma madrugada sem igual...

 

 

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Josa Medeiros
27/08/2012