Em mim

 
Não me comporto dentro de mim
Outrora, pequena satisfeita.
Mas os sonhos insistem em despertar
O casulo se desfez e agora posso sentir a dor de aprender a voar
Posso delinear o limite do ilimitado
Tenho aonde ir, mas não sei como chegar.
Sinto a liberdade indo e vindo
Visitando meus sonhos, penetrando a alma.
Desejo o ar puro para meu subconsciente, quero paz nas guerras que criei aqui.
Contemplo as dúvidas refletidas em flores de um jardim
E já não sei o que há dentro de mim...
 
 

Michelle Gonçalves
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