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Não é mais cedo demais

É chegada a plenitude do tempo!
Os velhos poemas criaram vida:
No doce instante de um triste soneto
Minha missão está quase comprida...

Mas meu poema é a fruta madura
Da flor da incongruência originada;
Sinopse clara, promove e censura:
- Vai! Desabrocha! Mas fica calada!

E a estrofe silente, em troca, dá tudo:
Já deu poesia, e agora dá fruto...
Já trouxe alegria, e trará algo mais...

Pois no contratempo se revelou,
E no pôr-do-sol, em nós dois brilhou:
- Agora não é mais cedo demais!

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Bem na hora!

Pablo Falabela
& Ederson Peka
26/08/2005