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Porrada Doida

 

Cabelos longos ao vento,
Calças jeans surrada, sempre sem camisa e pés no chão,
Não anda, mas volita, pleno de emoção e inspiração,
Seguindo às ondas agitadas de Poesias em seu pensamento

Não posso defini-lo gato
Porém sim, um pirado que é um barato,
Que tem um brilho certeiro e um mágico no olhar,
Capaz de fazer qualquer gatinha ou senhora por ele se hiponitisar.

Mas, acho melhor ele começar a parar,
E a pensar mais um pouco e olhar por onde está a pisar
Para que um dia não venha de vez para sempre a se ferrar
Por andar sempre tão absorto assim
Sem dos caminhos por anda se tocar,
Que se a vida é doce, também tem começo e fim,
Aonde do que pensa........... nem falo “do meio”,
Pois sempre diz que pensar certinho é mero devaneio.

Digo isto pois está com um baita ferimento no pé,
Quando descalço, andava a orar movido pela sua fé
E não viu um baita caco de vidro sacana à sua frente,
Que quase parte seu pezinho ao meio lhe deixando doente

Mas hoje foi pior,
E a porrada altamente dolorida bem maior
Quando, tal qual um modelo pelas passarelas da vida
Perdeu-se no olhar de uma gatinha a lhe sorrir e mirar.

Como se mais que completamente de sentimento irado
Diante do olhar daquela Deusinha como que paralisado,
Também não viu uma baita pedra à sua frente em que topou
De modo que desta vez, seu dedão do pezinho quase arrancou

Mas, ele agora ao sarar mais desta cruel e dolorida ferida,
Jura que irá andar com botinhas de aço,
Para evitar assim outra porrada tão sofrida,
Que a começar dos seus pezinhos, está a acabar sua fantasia

Pior é que o maluco nunca diz pra ninguém a idade que tem
Pois mesmo sendo tremendo irresponsável garotão
Diz que sempre mais além dos 30 está além
Pois acha uma baita frescura
No contexto mais amplo da sua loucura
Esta droga de idade cronológica tremenda e besta zuação.


 

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Patricio Franco
14/12/2010