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Enluarada

[Ilustração não carregada]

EU SOU DAQUI, MAS VIM DE LÁ.
MEU PEITO É LOUCO PRA SALTAR
NO CARROSSEL DAS UTOPIAS
QUE ME COLORE TODO DIA...
QUANDO MANHÃ, QUANDO NOITINHA,
QUANDO ME LEMBRO DE REZAR.
 
(EU CORTARIA O MAR DO LESTE
EM VELAS BRANCAS SEM BANDEIRA
PRA DECIFRAR MEU SANGUE QUENTE,
QUE NUNCA, NUNCA ARREFECEU)
 
EU ME REPITO ATÉ CANSAR,
MAS ME DESTINO A INVENTAR
UMA SAÍDA A CADA INSTANTE,
QUALQUER CAMINHO APAIXONANTE...
MEIO CABAL, MEIO ERRANTE,
MEIO MOTIVO PRA BRINCAR.
 
(EU SERVIRIA À POESIA
EM SUAS ARTES INFINITAS
PRA FESTEJAR A INOCÊNCIA
QUE MINHA ALMA CONSERVOU)
 
EU TENHO TANTOS PRA DEIXAR,
MEU ALICERCE PRA TROCAR
PELA CORAGEM CRISTALINA,
PELO AFàDE ANDARILHA...
FEBRE TERÇÃ, FEBRE DIVINA,
FEBRE DE UM SONHO SINGULAR.
 
(EU VOLTARIA ENLUARADA,
PORTANDO FLORES NO CABELO,
PRA REPOUSAR NAQUELES COLOS
QUE SEMPRE, SEMPRE AMAREI)
 
 
Francisco Abel Mendes d`Almeida, em 2010.

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Cantou pra mim...

“...Não quero ser triste, como o poeta que envelhece lendo Maiakovski na loja de conveniência. Não quero ser alegre, como o cão que sai a passear com o seu dono alegre sob o sol de domingo. Nem quero ser estanque, como quem constrói estradas e não anda. Quero, no escuro, como um cego, tatear estrelas distraídas...”(Zeca Baleiro)

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Na foto, Márcio e Júlia.. Rio de Janeiro

Francisco Abel Mendes d`Almeida
29/08/2010