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Alma de um poeta solitário

 


Sinto uma agônia inquietante.
 

 


Algo não para de apedrejar minha alma.

 

 


Meu coração pulsante e firme

 

 


Agora bate num compasso perfeito com o desespero.

 

 


quem dera eu se ele se encontrasse nas condições de um velho sábio:

 

 


Destemido!

 

 


Meus pensamento me fazem lembrar da dor.

 

 


Meu sonhos reacendem a esperança.

 

 


Meu corpo Inerte

 

 


incapaz sequer de tentar um gesto de amor.

 

 


Meus olhos contemplam a escuridão da noite.


Transformando em lembraças o meu maior medo.

 

 


Meus ouvidos atentos as palavras proferidas, em que meu possível futuro insiste e me dizer.

 

 


As minhas mãos...

 

 


Tapam minha boca munida de palavras estoteantes.

 

 


Desesperada em gritar:

 


Vida, vida, vida...

 

 


E que o medo da morte seja apenas um sentimento comum.

 

 


E que meus sentimentos sofram com a morte de um pensamento.

 

 


E que meus pensamentos sejam somente de:

 

 
ESPERANÇA.
 


 

 

 

 

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Jhonatan thiago
25/07/2010

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