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INTROSPECÇÃO!

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INTROSPECÇÃO
 
 
Perdida neste caos que me consome
Busco por ti dentro da noite cálida.
Envolta na sordidez que carcome
Em minha própria imagem, esquálida!
 
Deixo meu rastro, mas levo meu nome,
Por entre pedras eu caminho inválida...
Levo comigo esta aura pálida,
Morta de sede, às vias de fome!
 
De nostalgia me encontro grávida,
Vou ao encontro de alguém que me tome,
Na busca eterna d’uma paixão válida.
 
Neste processo de algo que me dome
Sinto pulsar em mim esta crisálida
Ansiedade que vem - depois some!
 
(Milla Pereira)

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De uma viagem dentro de meu íntimo, nasceu este Soneto. Em casa, na madrugada de 01/02/2010

Milla Pereira
06/02/2010

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