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Palavras, espadas...

 Quando falaste que amaste a outro,

o sorriso dos meus lábios escondeu as lágrimas dos meus olhos,

o meu silencio demonstrava o quanto meu coração deseja gritar,

grito esse que naquela noite se tornaria em lágrimas,

que lavariam o meu coração como um rio de aguas turbulentas,

que leva tudo que está pela frente, que pena que não levou o que sinto por você,

foi como espada que entra sem perfurar, causando dor onde não existe ferida.

ah, quando me falaste que amaste a outro,

me sentir como um palhaço sem graça, como uma estrela sem brilho,

foi duro, foi difícil, foi ruim, ouvir o que saio de tua graciosa boca.

Quando falaste que amaste a outro,

suspirei e pensei como poderia ter deixado isso acontecer,

quanto tempo perdi amando alguém que suspirava por outro,

foste cruel comigo desta vez coração,

Quando falaste que amaste a outro. 

 

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Coração de poeta
06/02/2010