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QUE BELO CANTAR O AMOR

[Ilustração não carregada]

Do nada eu fiz uma canção
Pus-me a cantar o amor em serenata.
Não sei se foi da emoção
De ver a lua banhando a terra de prata.
 
Senti-me um menestrel solitário
E só tinha a lua como platéia,
Pus a emoção no meu imaginário
E senti o sangue correndo em minhas veias
 
Cantar para a lua, despertar amores adormecidos,
Que traz de volta a era romântica já esquecida,
Revirar o passado e buscar no recôndito
O que nos ensine a viver a fleuma da vida.
 
Que belo cantar o amor
E banhado de prata um jardim que permeia
A mais linda e perfumada flor,
Estrelas no céu e na terra o pirilampo que volteia.
 
Viva, ame, cante, faça do amor seu travesseiro
Aproveite seus momentos que são efêmeros,
Não se espante quando acontece, o amor é presepeiro,
Mas faz tudo muito bem, faz tudo com muito esmero!

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Já não se ouve mais serenatas e o amor perdeu o encanto. aquele momento de pura emoção, de extase quando se
deixam levar pela fidalguia de um e a pureza e recato do outro, já não existe mais. Vulgarizaram o amor, fizeram dele um negocio qualquer quando dizem vamos fazer amor? Revendo o passado

Ubirajara Fernandes
26/01/2010