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NA COLMÉIA DOS ESPAÇOS

O beija-flor da saudade sobrevoou no meu peito apaixonado
 
e a cantilena do passado transpareceu no meu olhar;
 
inútil é negar a realidade nos meus atos
 
eu retrato o dom de amar;
 
e assim a cada passo vou deixando
 
a amargura na minha taça transbordar;
 
sofrer, amar, viver tão rastejando
 
esta é a minha sina, minha cruz vou carregar!
 
Pois na colméia dos espaços devorados
 
O doce néctar do amor você me roubou!
 
Benedito C. G. Lima

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benedito c.g.lima
11/01/2010

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