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O ruflar das asas
Do pássaro involuntário
Insinua – se com sofreguidão
No meio da frase
Abrindo um parêntese
Para que o poeta descreva
Com enlevo o drama
Que ocupa o andar térreo
Da realidade!
 
O vôo célere
Risca o azul da amplidão
Descortinada e o olho estático
Do arranha-céu espia o vácuo
E das janelas opacas silhuetas
Pintam desenhando sombras
E se esgueiram no luar.
E o poeta continua solfejando
A melodia do prazer e do amor!
 
 
BENEDITO C.G.LIMA
CORUMBÁ – MS  

 

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benedito c.g.lima
11/01/2010

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