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À DERIVA


de todas as riquezas
moedas guardadas
nada há que valha

sonho satisfeito
riso no peito
amor bem vivido

silêncio contrito
satisfação em paz
no íntimo restrito

a mente ociosa
bailando leviana
boiando à deriva

neste deixa estar
deixa fazer
ir onde sopra o vento

nas ondas surfando
no val de momentos
poupando braçadas

buscando regaços
sombras das árvores
voar em pensamentos...

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EDILOY A C FERRARO
08/01/2010