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O Ato Parte III – Consumação

[Ilustração não carregada]

seu gosto me impregna

me refresca e arde

por trás te beijo a boca

enquanto meu corpo te invade


rompendo sua última fronteira

te fazendo uma mundana

destruindo sua vergonha

enquanto urras na cama


despudoradamente bela

e agora sem se importar

se há vizinhos ao lado

ou síndico a reclamar


sorrio enquanto penetro

pegando você de quatro

largada ao meu comando

sem dó te adentro e rasgo


arremetendo bem firme

enquanto estimulo a vulva

entro na porta dos fundos

enlarguecendo sua gruta


te pego com força, dou uns tapas

puxando cabelos e ancas

embalado pelo cheiro

da fera que está em chamas


vou mais fundo com volúpia

me enterro dentro de ti

te xingo minha deusa, minha cadela

puxando você para mim


com um forte frenesi

e meu mastro a latejar

um grunhindo a te morder a nuca

avisa que vou gozar


despejo minha lava quente

e você de imediato

em êxtase goza mui loca

como fosse combinado


desfaleço abraçado

suado e bem ofegante

pulsando aindo lá dentro

de você gostosa amante


e o odor de nossos sexos

nosso aroma de pecado

exala por todo o quarto

deixando o ar viciado


ensopando a nossa cama

o suor revelador e safado

deixa impregnado o ar

com o cheiro do nosso ato

 

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A terceira poesia sobre o ato de amar entre lascivos amantes..o cheiro do sexo puro...a deliciosa e cheirosa consumação.. O cheiro é algo muito forte para mim..Salvador minha casa

André Ferreira
23/08/2009

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