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* O último lamento *

[Ilustração não carregada]

O dia agonizou

Carregou o que  era embrionário

A noite precipitou

Embalou o que crescia solitário

 

Um suspiro arquejado

dança a valsa do desencanto

Não há lágrima, dor ou pranto

Somente a voz do silêncio desencarnado

 

Nas veias do tempo

correm desejos desenfreados

pela aura dos sentimentos, fagocitados

bailam no compasso do último lamento

 

 

                                                   ♥ Úrsula A. vairo Maia

 

 

 

* ESTA POESIA TEM REGISTRO NA BIBLIOTECA NACIONAL. NÃO FAÇA CÓPIA A MENOS QUE A AUTORIA SEJA PRESERVADA. EVITE CONSTRANGIMENTOS - RESPEITE OS DIREITOS AUTORAIS.

 

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Queridos(as) poetas e poetisas do site e visitantes, comecei a compor esta poesia, num dia em que eu estava dentro do meu carro ouvindo músicas da Enya. Não pensei em nada especificamente. Apenas dei asas á imaginação e agrupei as palavras que saltaram em minha mente. Um abraço carinhoso a todos que me visitam. Em meu cantinho


06/02/2009