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Réveillon III

Eu vejo, no sol que nasce,
Novas configurações;
E as velhas dispensações,
Como a noite que desfaz-se,

Deixam contribuições
Que ainda reluzem nas faces,
Mas já perdem seu realce
No reino dos corações.

E a vida orquestra este enigma:
Se transforma, num momento,
Seus padrões sempre mantendo.

Perdendo meus paradigmas,
Vou gritando aos quatro ventos:
-Vem, ano novo! Eu me rendo!

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-Eu aprendo...

Reiteração da velha profecia:
http://sitedepoesias.com....

Ederson Peka
25/12/2008