Simplesmente amor

Simplesmente amor

O céu aberto em forma de um xale pespontado

Derrama sobre a minha cabeça

Um vaporoso azul que vai sendo desnudado

De branco e rosa pontilhado

 

Serena luz matinal em aparição indolente

Se deita sob a relva dos meus sonhos, preguiçosamente

Os pensamentos cortam em fio a minha mente

Como lâminas implacáveis em movimento de serpente

 

Que o amor me venha como uma estrela cadente

Despenque do céu e caia sobre a palma da minha mão

Ou me apareça como uma estrela-do-mar rutilante

E se esparrame nas areias do meu coração

 

 

                                                    *  Úrsula A. Vairo Maia  *

 

*  mantenha a autoria do poema, o qual está registrado na Biblioteca Nacional no nome da autora. Evite constrangimentos.

* a imagem foi extraída de pesquisa feita no Google

 

 

 

 

 

 

 

Obrigada amigos do site e visitantes por sua presença e comentário em meu cantinho.