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Soneto

 
Urge nos peitos tamanha dor,
Dor dos gozos jamais sentidos
E dos prazeres terrenos não vividos
E do esquecido que não recebe valor.
 
Dor por não aproveitar cada momento;
Adiar ou atrazar em cada passagem
Das boas coisas da vida; E a margem
Não encontrar algum bálsamo, só sofrimento!
 
Não vos façam tímidos perante a vida,
Faça cada sonho bom que quardas,
Uma realização frente à realidade sofrida.
 
Chegaste num dia, irás noutro, permaneça feliz,
Aproveitando ao máximo a vida.
Queiras viver... Deseje-a como ela te quis!

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Elias Beraldo da Silva
29/11/2008

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