Mar aberto em poesia

Mar aberto em poesia

Não me entendo

Sem uma reflexão sobre o mundo

Sem um mergulho profundo

Em meu  próprio mar

Que contempla outros

Mais ou menos fundos

Vidas cruzadas

Emoções aladas ou petrificadas

Não me vejo

Sem algum desatino

Sem suspiros

Sem a alegria despretensiosa de um menino

Sem a companhia de sonhos e livros 

A  poesia é um pedaço do meu chão

Estrelado ou não

É o que me faz viajar , hibernar

Ser eu mesma

Fugidia ou não

Mar aberto em paixão

Sou vida que abraça o horizonte

A  cada nova linha

Avisto mais um monte

Vida nutrida na fonte

Poesia, poesia

Te quero inteira

Jamais distante

 

 

                                                     * Úrsula A. Vairo Maia *

 

* Direitos autorais registrados na Biblioteca Nacional-  mantenha  a autoria do poema

 

 

 

OBS: Caros leitores, desculpem-me pela diferença no tamanho das letras e arranjo dos versos do poema. Gosto de realizar meus trabalhos com muito capricho. Tentei corrigir mas o programa do site não respondeu ao que eu esperava. Sou neófita em computadores rs rs rs.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Amigos queridos do site e visitantes,
Aqui estou eu a falar mais uma vez da própria poesia e do que ela significa para mim. Amo tecer versos que falam da poesia como se ela fosse uma pessoa, pois, entendo que ela tem vida própria ; tem cheiro, cor, sabor e etc. Sou mar aberto em paixão pela poesia, cujas ondas oscilantes, derramo vez por outra, nos versos que componho. Obrigada pela presença e carinho de cada um de vocês no meu cantinho poético. Um abraço carinhoso a todos.