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Asas de Anjo

Mergulho no nada ,

me jogo do abismo ,

fecho os olhos

esperando o fim .

 

Os lábios mechem ,

a garganta trava

e a voz não sai .

 

Inconcientimente desejo

que suas asas

me envolvam e

me salvem .

 

Mas você não vem ,

anjos nunca tocam

vivos mortais .

 

Então afundo no

sono de Percéfone ,

e por fim me encontro

em seus braços .

 

Navegando no rio

Estinge , na utopia

dos jardins Elísios ...

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Espero que gostem ,
foi lendo mitológia
grega ( uma de minhas paixôes )
que surgiram esses versos .
Agradeço os futuros comentários
e as futuras críticas .
" Que as estrelas lhes guiem ... "
bjs Enquanto lia no meu quarto .

ilusão
21/10/2008