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TRIBUTO A UM ATO DE FÉ (A verdade histórica)

Nem armas nem barões assinalados,
A mais legítima revolução,
Espontânea, sem atos planejados,
Despontou da alma e do coração.

Sessenta e quatro, março terminava.
Se houve um golpe, foi na anarquia,
Quando uma praga já ameaçava
Valores básicos da harmonia.

Solene compromisso, era um dever,
De com sacrifício da própria vida,
Para as instituições defender,
Cortar essa insidiosa investida

Que já minava redutos sagrados
Com um estranho e malvado poder,
Atraiçoando os encarregados
Da integridade da Pátria manter

Com a desordem, a foice e o martelo,
Veio o veneno de serpente viva
Ali chocar-se então contra um Castelo,
Que era Branco e também verde oliva

Cercado por muralhas de civismo,
De entusiasmo e dedicação.
Foi uma página de patriotismo,
Compartilhada por toda a Nação

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Rio de Janeiro

Creusmar Pereira de Almeida
06/03/2005