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Serena... mas Vivalma

 
Todas as manhãs
O meu olhar fita a sua luz
E assim, me conduz
Dizendo que terei novo amanhã
Diferente do que vi e vivi
Que nos teus braços
Será afago ao que sofri
Fazendo promessa a este coração
Que prefere, hoje, a solidão
Vivendo em liberdade
Sentindo a saudade
De ser assim, amiúde
À alguns olhos, sou a virtude
Mas hoje sou a quietude
Que acalenta minh’alma
Que me faz serena
Mas também vivalma
Que está findado em mim
De ser sempre assim...
 

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Ai que saudade de escrever!

Acho que inspiração voltou... No trabalho! (hoje)

Jaque Barbate
06/08/2008

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