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olhos mortos

ladrilhos piquenos e distintos
perdidos sobre nossos passos
nas indas e vindas da cidade
suor e dor misturam-se
os calos são legado privado
dos esquecidos
varios rostos, fotografias picadas
pelas investidas do vento corrente
doentes sem cura a procurar...
há loucura que liberta alma?
ao pé de uma árvore seca
desprovida de olhares
sem admiração!
na miha inercia; observo!
no silêncio... beleza inezistente
a olhos mortos!
de sentido ;
de vida.

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a muito na vida para si ver e para si viver basta apenas sabermos olhar.

eri torres
15/04/2008