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Anjinho

Eu me recuso a falar em tragédias, em morte
Nem é preciso
Basta abrir os jornais
Prefiro me lembrar daquele sorriso
Que não esquecerei jamais.
Na flor da infância disseste adeus
E agora com Deus
Eu lhe peço Olhai por nós
Divino anjinho
Partiste cedo demais.
O que dizer dos sonhos seus
Que pesadelo! Nem sequer os viveu.
Agora só nos resta clamar
Para que descanses em paz.
E que a justiça mesmo sendo feita
Não a trará de volta.

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Edson Satler
04/04/2008