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Eis Demônio...

Súbita dor que invade
transborda vermelha, morte
suor nas armas... dormência;
iminência sutil de pura sorte. 

De toda a sorte, fora fugaz
não me livra do meio vil
Ah! Alucinógeno presságio...
és fogo da vida que existiu.

Nesse poema curto
onde descrevo as ilusões
não me faltam pesares...
por magoar tantos corações.

Sou teu demônio intríseco
que beira a auto-destruição...
Mas exorcise-me, tua alma
e eu não sangrarei teu coração!

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Valdemar
14/03/2008

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