Site de Poesias

Menu

LAMENTO DE UM POETA

 
 
 
Noturnal viageiro sob o céu com luzeiro,
Sucumbe meu romantismo de inanição,
Falsas viandas que me fizeram crendeiro,
Taciturna oferenda para o meu coração.
 
Sentimental, mas nunca um albardeiro,
As minhas poesias são gritos em oração,
O amor, meu grande e fiel companheiro,
Eu sinto, choro, na mais pura emoçao.
 
Fonte cristalina de olências do alfeneiro,
Sou mais um rosto que vive em solidão,
Sina pungente! Ah! Mais um cativeiro!
 
Escravo da dor, holocausta destinação
Que fêz desta vida seu maior cancioneiro,
Poeta dos ais e do lamento em profusão.
 
Rivadávia Leite

Compartilhar

27/01/2008

  • 3 comentários
  • 1864 visualizações neste mês
  • sob licença creative commons
    Você pode distribuir este poema, desde que:
    • Atribua créditos ao seu autor
    • Não use-o comercialmente
    • Distribua-o sob essa mesma licença