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Meus medos

 
Outro dia já se foi
E você já não se lembra
Tantos pecados, que eu sou
Carne, dente, unha, mãos
Serás que sou bem vinda, nessa imensidão
Ou estou só de passagem, na grande escuridão
De um passado conturbado
De uma mãe abandonada
Um pai, de fato nada
De uma voz que já não fala
De uma mente que não se cala
De uma boca... que se lamenta
As vezes não se lembra
Quantas vezes eu usei
Tanta falta aqui me faz...
Eu gostaria um pouco, um pouco só de paz
Tenho um peito enorme
Explodindo de emoção, pra que minha carisma
Se ninguém entende meu coração
Outro dia já se foi
Eu ate já me esqueci
Onde andam as pessoas, que com elas eu vivi
Segredos e planos, meu cotidiano inteiro
Nunca consegui
Conhecer os meus medos
E seu um dia eu perguntar _Onde vocês estão?
Eles me responderiam, na maior educação
Estamos aqui, no fundo do seu coração.

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Esse poema foi dendicado a uma amiga, que se tornou uma irmã.

Glauber Miguel Prates
20/12/2007

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