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Eu, assim?

 
O buraco foi feito lento.
Um cúmplice um sedento
Toda sem... Aos detentos
Cheia de milagre
Olhos invejáveis, cabelo ao vento.
Um corpo, estandarte.
Frases me completam, pelo avesso.
Não tem mais, dias nem inverno.
Outono já se foi
Primavera ainda a quimera
Que me lembra a fera!
De um corpo tranqüilo
Mente sagaz
Fui culpado pelo ato
Mas ninguém me diz realmente o fato
Olhos invejáveis, cabelo ao vento.
Cheia de milagre
Fui embora ao te ver chorar
Pra mim a concordância
De um passado que me faz lembrar
Do beijo que te dei
O pensamento a entrar
Na musica que hoje cantei
Um destino incerto.
Mais uma noite eu sonhei.

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Esse poema é dedicado a uma pessoa que amo muito, ela é muito especial para mim, e que um dia sonhei em me casar.

Glauber Miguel Prates
20/12/2007

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