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AMOR


Quando foste, em mar bravio
barco sem rumo, noite tenebrosa
porto me fiz... do breu a luz se fez

Quando em tempestade a chuva se tornou
e o frio e a escuridão ronda te faziam
braço forte segurei... acalmaste o medo e a insensatez

Quando a dor te consumia
e o veneno amargo circulava
antídoto me tornei... tua vida então salvei


Quando o grito distante ecoou
e envolvido ao vento se espalhou
brisa fui... pudeste, com meus olhos, ver a luz

Quando, enfim, teu brilho se perdia
e tua vida em desespero caminhava
em luz me transformei... e tudo clareei

O AMOR, então, verbo se fez...

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"AMOR" descreve, nas dificuldades da vida, a capacidade de amar... SSA, setembro de 2006.

Silvestre Sobrinho
05/09/2006