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"O PEDREIRO"

Não pude mais entrar ali
nem parar na frente dela,
fui eu que a construi...
aquela mansão amarela.

Fui apenas observar...
como ficou o jardim,
eu só queria olhar...
o canteiro dos jasmins!

Aproximei-me das grades
quando ia por a mão...
um segurança insultou-me
confundiu-me com um ladrão.

Ah! Eu fiquei muito triste
este insulto me doeu...
nem pude olhar o canteiro
que continha o suor meu.

Meu domingo começou
cheio de melancolia...
saí cedo tão feliz...
mas estragaram o meu dia!

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São Paulo, Dezembro de 2006.

Antonio Hugo
03/09/2006