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Sendas

Há nos olhos de quem ama,
Um enigma quase indecifrável,
Não fosse o dom louvável
Que têm os poetas.

Há no coração de quem se apaixona,
Um mundo plausível,
Que torna as coisas tolas, risíveis.
E a mente repleta de arco-íris e pétalas.

Ao contrário do mercado da bolsa de valores
E da volatilidade
Do capitalismo estrutural,

A vida, que segue pelas sendas dos amores,
Tem na amabilidade
Sua fonte divina, eterna e natural.

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16/08/2006

Cid Rodrigues Rubelita
16/08/2006