O AMBULANTE...

E se é sutil ambulante
Por tempo constante,
Indo-se sempre adiante,
Vez em quando atrás voltando-se...

E se segue caminho
Com o vento na face,
Nada nada é fácil,
No se andar, há indícios...

Indícios de que se tropece
Nas pedras por aí soltas
Que rolam, tais, envoltas

De poeira e de cascalho
E sempre, um atalho
Á frente de si aparece...

Por aqui por casa, navegando na net...

Josea de Paula
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