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Morbidez

 

Na paranóia do tempo, 

Um corpo lançado ao relento, 

Por vezes sequer se vê.

É um descaso profundo, 

É a escória do mundo,

Fingindo ser gente bem.

 

Na morbidez das palavras, 

A mão que a outra lava,

Sequer conhece escrever.

Então tropeça no tema,

Mas a rima do poema, 

Jamais aceita perder.

 

Escreve o poeta no escuro,

Seu sentimento mais puro...

Frases que não serão lidas.

Melhor que sentar-se no muro,

Isso eu quase que juro, 

É navegar pela vida...

 

 

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Jrunder
02/10/2020

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