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Pandemônio

 
Pandemônio
O que me infesta o ar e o coração,
É de novo a falta e a compra de respiradores.
Na festa e na reunião,
Do povo e dos engravatados senhores.
 
Nos hospitais de campanha de eleição,
Há a falta de pacientes, pela falta de funcionários!
Auxílios emergenciais à rica empresa ou cidadão,
E aos carentes, o conto do vigário!
 
Quantas máscaras se tem agora,
e quantas ainda cairão?
Em nossa pátria, de fora a fora,
Quanto sangra nossa nação?
 
Apenas uma “gripezinha” fatídica!
Duras penas da doença política.

 

Guilherme dos Anjos Nascimento

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Guilherme dos Anjos Nascimento
30/06/2020