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Sexo

O que buscamos é o prazer desenfreado

Sem considerarmos empatias.

Sentimentos não resolvem a urgência da carne

E os ímpetos da procriação ou do gozo,

Os quais tomam possessão de cada ser humano

Em um ponteiro ou no outro.

 

A respiração ofegante, o esforço físico,

Os gritos animalescos, a sensação boa...

Para isso ocorrer, nem sempre amar é necessário.

(Embora a palavra "amor" sempre seja utilizada para o sexo...).

Nós não amamos, mas sim desejamos uns aos outros...

 

Onde está o romantismo dos tempos antigos?

Ou será que este conceito sempre foi apenas idealizado?

Por que tanta impessoalidade e receio de entrega?

Foi o mundo que tomou isto por fraqueza?

Um momento... E depois, nada...!

 

Isto é sexo.

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Thiago da Silva Carbone
14/12/2019